Evento reúne corregedores de todo o país para discutir o papel estratégico das corregedorias na união e fortalecimento do Judiciário brasileiro

A presidente da Associação dos Magistrados do Estado de Rondônia (Ameron), juíza Fabíola Cristina Inocêncio, participou da solenidade de abertura da 95ª edição do Encontro Nacional de Corregedoras e Corregedores-Gerais de Justiça do Brasil (ENCOGE) e do 7º Fórum Fundiário Nacional, realizados entre os dias 28 e 30 de maio, em Brasília (DF).
Organizado pelo Colégio de Corregedoras e Corregedores-Gerais de Justiça do Brasil (CCOGE), o evento tem como tema central “O Papel das Corregedorias para a União do Poder Judiciário Brasileiro”. A proposta é promover o diálogo, a troca de experiências e a construção conjunta de estratégias para uma atuação mais coesa, eficiente e cidadã no Judiciário.
A cerimônia de abertura foi conduzida pelo presidente do CCOGE e corregedor-geral da Justiça de Rondônia, desembargador Gilberto Barbosa, e contou com a presença de corregedores dos Tribunais de Justiça estaduais, militares e federais, além do corregedor nacional de Justiça e ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Mauro Campbell Marques. Na ocasião, também foi entregue a Medalha de Honra ao Mérito “Desembargador Décio Erpen” a novos corregedores e personalidades homenageadas, dentre eles o Presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros, Frederico Mendes Júnior.
A presença da presidente da Ameron no evento reforça o compromisso da entidade com a valorização da magistratura e o fortalecimento institucional do Judiciário brasileiro. Ao reunir representantes de todo o país, o ENCOGE reafirma o papel das corregedorias não apenas como órgãos disciplinares, mas como agentes de orientação, inovação e aproximação com o cidadão.
A iniciativa conta com o apoio da Corregedoria-Geral da Justiça de Rondônia (CGJ-RO) e destaca a contribuição do Estado para os debates sobre a modernização e integração do sistema de justiça. O evento segue até o dia 30, com programação voltada à qualificação da atuação das corregedorias e à promoção de práticas alinhadas aos princípios do Estado Democrático de Direito.
